• Com presença de Salles, Ibama inicia maior operação no governo de Bolsonaro
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    Com presença de Salles, Ibama inicia maior operação no governo de Bolsonaro

    MANAUS, AM (FOLHAPRESS) - Com direito a presença de ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e a anúncio de madeireiro, o Ibama inicia nesta quarta-feira (17) a sua maior operação desde o início do governo Jair Bolsonaro. Ao todo, serão enviados cerca de 200 homens a Espigão d'Oeste (RO), cujas madeireiras dependem da extração ilegal de madeira de terras indígenas.  Trata-se uma demonstração de força em resposta à queima de um caminhão-tanque a serviço do Ibama, no último dia 4, em Boa Vista do Pacarana, distrito de Espigão. O veículo estava sendo usado para abastecer três helicópteros que apoiavam uma operação contra o rumo de madeira. Para os servidores do Ibama, será também o grande momento de definição sobre o rumo que o órgão tomará no governo Bolsonaro. Pressionado por madeireiros e políticos aliados, o Planalto terá de decidir se continua desqualificando as ações da fiscalização ambiental ou se agirá com firmeza contra os madeireiros de Espigão, que dependem do roubo de madeiras em terras indígenas para operar.  Além de 30 agentes do Ibama, a operação, batizada de Honoris, contará com 60 PMs de Rondônia e 110 homens do Exército. Eles ficarão acampados na cidade por tempo indeterminado.  Por causa do ataque, o Ibama teve de abortar a operação, que estava sendo realizada na Terra Indígena Zoró. No mesmo dia, embargou todas as 47 madeireiras de Espigão, uma cidade de 32 mil habitantes a 540 km ao sul de Porto Velho.  A chegada de Salles e da operação nesta quarta foi anunciada pelo presidente do sindicato dos madeireiros, Cássio Barden. Em vídeo que circula pelas redes sociais, ele aparece "convocando a todos para que pegue a bandeira do Brasil, a sua camisa amarela" para recepcionar o ministro.  "A gente quer mostrar para ele que não está certo essa questão de ter bloqueado as empresas de Espigão d'Oeste por um fato isolado de vândalos", afirma Barden. "A gente está aguardando que todos estejam lá ordeiramente, civilizadamente. Ninguém faça nada de bobagem, para que a gente possa liberar as nossas empresas."  A ausência do fator surpresa não preocupa o Ibama, já que o objetivo principal é dar uma resposta ao ataque contra a operação, inibindo novos ataques contra agentes ambientais. A previsão é que Salles chegue por volta das 8h a Espigão, onde se reunirá com madeireiros e políticos de Rondônia no teatro da cidade. Depois, o ministro deve conhecer uma área destruída pelo garimpo ilegal de diamante na Reserva Roosevelt (etnia cinta-larga), na mesma região, e uma área de extração ilegal de madeira, também em terra indígena. Desde a campanha, Bolsonaro tem criticado duramente a atuação do Ibama. Em vídeo gravado em 12 de abril, ele desautorizou uma operação em andamento na mesma região do ataque.  O presidente acusou "o pessoal do meio ambiente, do Ibama" e "queimando caminhões, tratores" nos municípios de Cujubim, onde fica a Flona do Jamari, e de Espigão d'Oeste. "Ontem, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, me veio falar comigo com essa informação. Ele já mandou abrir um processo administrativo para a apurar o responsável disso aí. Não é pra queimar nada, maquinário, trator, seja o que for, não é esse procedimento, não é essa a nossa orientação", disse à época. Diferentemente do que afirma Bolsonaro, a legislação permite a destruição de equipamentos e veículos apreendidos durante fiscalização ambiental, por meio do artigo 11 do decreto 6.514, de 2008.

  • Mulher morre após fumar narguile em Campo Grande (MS)
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    Mulher morre após fumar narguile em Campo Grande (MS)

    Uma amiga de Larissa afirmou à polícia que a mulher sofria de pressão alta e fazia uso de medicamentos para controlar essa doença

  • Bolsonaro anuncia suspensão de vestibular para trans em universidade federal
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    Bolsonaro anuncia suspensão de vestibular para trans em universidade federal

    SALVADOR, BA E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta terça-feira (16) que o Ministério da Educação interveio na Unilab (Universidade da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira) para suspender o vestibular que reservava 120 vagas para transgêneros e intersexuais. Criada em 2010, a Unilab possui campi no Ceará e na Bahia e tem como foco o intercâmbio com países africanos de língua portuguesa. Tem cerca de 6,5 mil alunos.  "A Universidade da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Federal) lançou vestibular para candidatos TRANSEXUAL (sic), TRAVESTIS, INTERSEXUAIS e pessoas NÃO BINÁRIOS. Com intervenção do MEC, a reitoria se posicionou pela suspensão imediata do edital e sua anulação a posteriori", afirmou o presidente em uma rede social. O edital do vestibular havia sido lançado na última terça-feira (9) com 120 vagas em 19 cursos de graduação nos campi do Ceará e da Bahia. Entre os cursos, estavam administração, agronomia, antropologia, ciências biológicas, enfermagem, história, pedagogia e química. O número de vagas, porém, variava para cada curso. O curso de administração, por exemplo, tinha cinco vagas previstas no Ceará. Já o de agronomia tinha duas previstas. A data de inscrições ia de 15 a 24 de julho. Em nota, o Ministério da Educação informou que, por meio da Procuradoria-Geral da República, questionou a legalidade do processo seletivo Unilab. O MEC alega que a Lei de Cotas não prevê vagas específicas transgêneros e intersexuais. "A universidade não apresentou parecer com base legal para elaboração da política afirmativa de cotas, conforme edital lançado na semana passada. Por esta razão, a Unilab solicitou o cancelamento do certame", informou o ministério da Educação. O objetivo do edital era aumentar a inclusão de transexuais, travestis, pessoas não binárias (que não se identificam totalmente como homem ou como mulher) e intersexuais (que possuem variação de caracteres sexuais incluindo cromossomos, gônadas ou órgãos genitais que dificultam sua identificação como totalmente feminino ou masculino). A criação de vagas para específicas para pessoas trans já vinha sendo adotada em outras universidades, mas seguindo o formato de cotas. No ano passado, a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) abriu edital de vestibular com cotas para transexuais, travestis e transgênero. Este ano, Universidade Federal da Bahia, aprovou inclusão de cotas para pessoas trans em seus cursos de mestrado e doutorado. A reportagem não conseguiu contato nesta terça-feira (16) com o reitor da Unilab, Alexandre Cunha Costa.

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    Ex-capitão da seleção, Cafu enfrenta dívidas milionárias

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-jogador Cafu, 49, enfrenta dívidas de várias espécies e perdeu, no Tribunal de Justiça, cinco imóveis em pagamentos para cobrir empréstimos milionários. Além desses bens, outros 15 imóveis no nome dele e no nome de sua esposa, Regina, estão penhorados por dívidas da Capi-Penta International Player, empresa, constituída em 2004 para gerenciar carreira de atletas, pertence ao casal. A companhia é cobrada por empréstimos que vão de R$ 1,1 milhão a R$ 6 milhões. "É um problema particular meu. Posso dar meus imóveis, meu carro, minha casa, posso dar o que quiser como pagamento de dívida", afirmou Cafu à Folha de S.Paulo. Todos os bens foram adquiridos enquanto Cafu jogava futebol. Há pelo menos 32 imóveis. São apartamentos de 55 a 293 metros quadrados em São Paulo e Alphaville, em Barueri, uma casa, com mais de 2.000 metros quadrados, outra no litoral paulista, de 1.080 metros quadrados, e terrenos no interior. Um deles, em Mairinque, tem 38 mil metros quadrados. Cafu fez seu último jogo como atleta profissional em 2008, no Milan. Ele estreou no futebol no São Paulo de Telê Santana, depois de ter sido reprovado em nove peneiras. Bicampeão mundial no clube paulista, vestiu ainda as camisas do Juventude, Palmeiras e Roma. Ele é o atleta que mais jogou na seleção brasileira, com 149 partidas, e esteve em três finais seguidas da Copa--1994, 1998 e 2002. A Capi Penta é réu em um processo movido pela Vob Cred, uma securitizadora que cobra R$ 5,275 milhões da empresa desde 2018. A Vob baseia a cobrança numa escritura pública de confissão de dívida, com garantia hipotecária do terreno de 38 mil metros quadrados na cidade de Mairinque, adquirido por Cafu em 2005 por R$ 380 mil (R$ 793 mil atuais). Procurada, a empresa não respondeu à reportagem. Em fevereiro deste ano, o juiz Bruno Paes Straforini, da 1ª Vara Cível de Barueri, determinou o bloqueio do imóvel deste terreno e de mais 14 imóveis no nome de Cafu e Regina. Os bloqueios também são frutos de cobranças em ações movidas por Valentim Osmar Barbizan, diretor-administrativo da Vob Cred, no valor de R$ 2,691 milhões, e pelo banco ABC Brasil, no valor de R$ 1 milhão. Nessa última, a instituição financeira alerta a Justiça das dívidas fiscais de Cafu que, segundo consta no processo, no final de 2017 já atingiam R$ 407 mil. O ABC Brasil não foi o único que acusou Cafu de inadimplência. O Banco Industrial foi à Justiça por empréstimo de R$ 3,5 milhões. Como o ex-atleta não quitou a quantia até a data prometida, em julho de 2017, quatro meses após retirar o dinheiro, o ex-capitão da seleção passou a ser cobrado em R$ 6 milhões, com os juros contratuais e honorários. Além dos imóveis penhorados e bloqueados, outros estão alienados em empréstimo feito por Cafu. A matrícula de dois imóveis, com área total de 1.080 metros próximos do mar em Peruíbe, estão alienados como garantia de uma dívida de R$ 1 milhão com o banco Santander. O ex-jogador terá que quitar esse valor com 96 parcelas mensais (até outubro de 2023) de R$ 23,1 mil cada. Cafu adquiriu os imóveis, em Peruíbe, em agosto de 2008 por R$ 1,4 milhão (R$ 2,9 milhões atuais). A Fundação Cafu, no jardim Irene, em São Paulo, está inscrita na Dívida Ativa da União com R$ 857 mil. A Capi Penta está inscrita em R$ 598 mil e o próprio Cafu (pessoa física) está sendo cobrado em R$ 235 mil na dívida ativa. Cafu atendeu a reportagem e disse que não iria falar sobre a sua situação financeira e nem sobre a Capi Penta, principal responsável pelas dívidas que penhoraram os imóveis. O ex-capitão da seleção disse que falaria apenas sobre a Fundação Cafu. A instituição está com atividades suspensas enquanto, de acordo com Cafu, passa por um processo de "reformulação geral, em termos de projetos e de estatuto". "Está fechada por um planejamento, é óbvio que estamos com problemas financeiros [na Fundação]", afirmou Cafu. "A Fundação custa R$ 150 mil por mês, e eu que tenho que mantê-la. Se você pesquisar nos últimos anos, as empresas deixaram de investir no terceiro setor. Estou batalhando para deixar nossa fundação em pé, mas isso requer alguns sacrifícios." Segundo o ex-atleta, a fundação oferece atividades como dança, balé, coral, bateria e informática. Os problemas na instituição se tornaram públicos em 2018, quando funcionários fizeram greve. O ex-jogador rechaçou a palavra endividamento. "[Financeiramente] estou tranquilo, não posso deixar minhas 950 crianças na rua, porque se eu parar tudo o que estou fazendo hoje, levo minha vida tranquilo. Mas não quero isso", disse o ex-jogador. Sem jogar, Cafu segue envolvido com o futebol. Ele foi um dos membros do Comitê Organizador Local da Copa América. Em junho, foi anunciado pelo Comitê Organizador da Copa de 2022, no Qatar, como o embaixador no Brasil.

  • Pedido de ajuda
    AFP

    Pedido de ajuda

    Mergulhadores na Austrália passaram por uma situação única. Uma arraia gigante pediu ajuda para ter anzóis removidos do seu olho.

  • Moro faz desafio ao 'Intercept': 'Se houver algo autêntico, publiquem por gentileza'
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    Moro faz desafio ao 'Intercept': 'Se houver algo autêntico, publiquem por gentileza'

    O ministro afirmou ser um ‘grande defensor da liberdade de imprensa’, mas classificou como ‘ridícula’ a campanha que afirma estar em andamento contra a Lava Jato

  • Homem compra sabão em pó, mas leva cocaína para casa
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    Homem compra sabão em pó, mas leva cocaína para casa

    O flagrante ocorreu no mercado, por volta das 15h desta segunda-feira (15), na região de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo

  • Prefeito de NY, que se recusou a receber Bolsonaro, faz reunião com Bruno Covas
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    Prefeito de NY, que se recusou a receber Bolsonaro, faz reunião com Bruno Covas

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, esteve nesta terça (16) com Bill de Blasio, que comanda a cidade de Nova York. Os dois tiveram uma reunião no gabinete do americano. Segundo pessoas próximas, a conversa girou em torno de temas como mudanças climáticas, migrações, educação e saúde; em especial sobre saúde mental. Nesta seara, Nova York exportou suas experiências para outras grandes cidades, como Londres. Covas aproveitou a oportunidade e convidou Blasio para evento do Banco Mundial em São Paulo, em setembro. O prefeito de NY virou notícia no Brasil ao comandar uma operação de veto a homenagem da Câmara de Comércio ao presidente Jair Bolsonaro no início do ano. Na ocasião, ele disse que Bolsonaro não era bem-vindo na cidade e acusou o presidente de ser “homofóbico com orgulho”. Durante a passagem por NY, Covas fez questão de se distanciar de Bolsonaro, defendendo posições diferentes das do presidente, por exemplo, no que diz respeito ao Acordo de Paris.

  • Caso de adolescente desaparecida se complica e respinga no Papa
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    Caso de adolescente desaparecida se complica e respinga no Papa

    A tentativa do Vaticano de ajudar a família de Emanuela Orlandi, adolescente que desapareceu em Roma há 36 anos, aprofundou ainda mais o mistério sobre seu destino e corre o risco de atingir a Santa Sé e até o Papa Francisco.

  • Estudante brasileiro que fazia intercâmbio na China é encontrado morto
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    Folhapress

    Estudante brasileiro que fazia intercâmbio na China é encontrado morto

    Acadêmico de Letras da UFRGS estudava mandarim e literatura chinesa em Pequim desde 2018. Informações desencontradas sobre a morte do universitário variam entre as hipóteses de homicídio e suicídio

  • Delator diz que foi 'quase que coagido' a 'construir relato' sobre sítio usado por Lula
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    Folhapress

    Delator diz que foi 'quase que coagido' a 'construir relato' sobre sítio usado por Lula

    Ex-executivo da Odebrecht afirmou que foi ‘quase coagido’ a ‘construir relato’ sobre sítio de Lula. Na delação, em 2018, Paschoal disse que recebeu um pedido para ajudar a reformar o sítio de Atibaia

  • Cidadão usa drone com sinalizadores para espantar vizinhos em Indaiatuba (SP)
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    Cidadão usa drone com sinalizadores para espantar vizinhos em Indaiatuba (SP)

    Morador de Indaiatuba, interior de São Paulo, cansado do barulho feito por seus vizinhos, fez uso de um drone para espantá-los. O proprietário da aeronave instalou sinalizadores no dispositivo e os disparou na direção das pessoas

  • Caixa posta vídeo com marchinha ironizando indicação de Eduardo
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    Caixa posta vídeo com marchinha ironizando indicação de Eduardo

    Vídeo publicado no perfil oficial da Caixa no Twitter trazia marchinha de carnaval fazendo piada com a indicação de Eduardo

  • Confira os momentos marcantes do julgamento de Chapo Guzmán nos EUA
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    AFP

    Confira os momentos marcantes do julgamento de Chapo Guzmán nos EUA

    O curioso julgamento do mexicano Joaquín "Chapo" Guzmán em Nova York foi um mergulho surrealista dentro de um dos maiores cartéis de drogas, uma janela aberta para a vida até então misteriosa do chefão mexicano, famoso pelos túneis construídos para traficar drogas para os Estados Unidos ou para escapar da prisão.

  • O “caso Tabata Amaral” e a crise de identidade da esquerda brasileira
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    O “caso Tabata Amaral” e a crise de identidade da esquerda brasileira

    Um dos temas mais debatidos dos últimos dias foi o voto na Reforma da Previdência de uma jovem parlamentar do PDT chamada Tabata Amaral.

  • Chefe da Lava Jato no Rio diz que STF barra a maior parte das investigações de lavagem
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    Chefe da Lava Jato no Rio diz que STF barra a maior parte das investigações de lavagem

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O coordenador da Lava Jato no Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, Eduardo El Hage, afirmou nesta terça (16) que a decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, tomada a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) "suspenderá praticamente todas as investigações de lavagem de dinheiro no Brasil". Em nota, El Hage afirma que "ao exigir decisão judicial para utilização dos relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras)", o ministro "ignora o macrossistema mundial de combate à lavagem  de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo e aumenta o já combalido grau de congestionamento do judiciário brasileiro". "Um retrocesso sem tamanho que o MPF espera ver revertido pelo plenário o mais breve possível", acrescentou. A decisão de Toffoli suspendeu os inquéritos que tramitam em todas as instâncias da Justiça que tenham com base dados detalhados compartilhados por órgãos de controle, sem prévia autorização judicial. A decisão beneficia diretamente Flávio e paralisa a apuração que está sendo realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro e que envolve o ex-assessor dele Fabrício Queiroz.  A investigação começou com compartilhamento de informações do Coaf e só depois a Justiça fluminense autorizou a quebra de sigilo bancário. As consequências da medida do presidente do STF ainda são incertas. A coordenadora da Câmara Criminal do Ministério Público Federal, a subprocuradora-geral Luiza Frischeisen, afirmou que a cúpula do órgão está preocupada com a extensão que essa decisão de Dias Toffoli pode tomar, porque ela iria de encontro a uma questão de ordem analisada anteriormente pelo Supremo que afirma que em casos similares não há suspensão de ações em andamento. Segundo Frischeisen, o tema ainda tem sido analisado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que estuda como irá se manifestar sobre o caso. Outros procuradores também se manifestaram criticamente à decisão de Toffoli nas redes sociais. Integrante da força-tarefa da Lava Jato de São Paulo, Janice Ascari disse que no processo "o ministro Toffoli suspendeu todas as investigações criminais no país inteiro". Monique Cheker, do Rio de Janeiro, lamentou que "hoje tivemos a suspensão de todas as investigações do país com base na alegada 'segurança jurídica'." Citando artigo de lei de 1998 sobre lavagem de dinheiro e de 2001, com normas para a finança pública, o procurador Helio Telho, de Goiás, questionou: "As leis que autorizam o Coaf a receber informações bancárias de operações suspeitas de lavagem de dinheiro e comunica-las às autoridades de investigação estão em vigor há aproximadamente 20 anos (!), mas só agora o ministro Toffoli viu motivos para suspender tudo liminarmente?".

  • Jovem quebra preconceitos e faz sucesso com tutoriais de crochê
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    Jovem quebra preconceitos e faz sucesso com tutoriais de crochê

    Aos 10 anos Pedro Victor se interessou pela atividade e não parou mais.

  • Coreia do Norte adverte EUA que manobras com o Sul ameaçam negociações nucleares
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    AFP

    Coreia do Norte adverte EUA que manobras com o Sul ameaçam negociações nucleares

    A Coreia do Norte advertiu que os exercícios militares conjuntos entre Estados Unidos e Coreia do Sul, previstos para o próximo mês, "afetarão" as negociações nucleares com Washington.

  • As características das mulheres com cromossomos XY
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    AFP

    As características das mulheres com cromossomos XY

    Apresentado pela Federação Internacional de Atletismo (Iaaf) como uma forma de proteger a igualdade na categoria feminina, o novo regulamento combatido pela atleta sul-africana Caster Semenya afeta as mulheres com algumas características biológicas pouco frequentes e muito concretas.

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    Agência Brasil

    Arma encontra na casa de Flordelis foi usada para matar pastor, diz PC

    O Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), da Secretaria de Polícia Civil do Rio de Janeiro, confirmou que a arma encontrada na casa da deputada Flordelis (PSD), após a morte do pastor Anderson do Carmo, foi usada no crime. O marido dela foi morto no dia 16 de junho depois de chegar em casa, em Pendotiba, Niterói, na região metropolitana do Rio, na companhia da deputada. O casal tinha ido jantar.Naquele dia, a deputada contou que no trajeto para casa percebeu que o carro do casal estava sendo seguido por duas motos. Ainda segundo Flordelis, depois de entrar em casa, o marido voltou à garagem, onde foi atingido por tiros.Durante depoimento à titular da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), Bárbara Lomba, responsável pelo inquérito, Flávio, filho biológico da deputada confessou ter dado seis tiros no pastor. Ele e o irmão adotivo Lucas estão presos temporariamente na DHNSG. O período da prisão temporária dos dois termina esta semana e pode ser renovado por mais um mês. Hoje (16), quando completa um mês da morte do pastor Anderson, a parlamentar postou uma mensagem no seu perfil no Facebook. “Minhas fotos ao lado dele foram sempre felizes e sorrindo... infelizmente, hoje dói! Dói a dor da perda, a dor da saudade, a dor da falta que ele me faz. UM MÊS SEM MEU NIEL! Te amarei eternamente!” Apresentação de denúnciaO advogado Ângelo Máximo, que defende a família de Anderson, disse em entrevista à Agência Brasil que os parentes ainda não tiveram acesso às investigações, porque não foi constituída como assistente de acusação, uma vez que isso só ocorre no decorrer da ação penal se for apresentada denúncia pelo Ministério Público com a finalização do inquérito policial.A família, segundo ele, vem acompanhando o caso pela imprensa e as novas informações como a confirmação pela polícia civil sobre a arma do crime. “Teve o laudo da arma, teve a pulseira que apareceu no o pulso da deputada que disse que tinha sido roubada junto com celulares, parece que tem outro laudo que mostra que os cachorros não foram sedados, se não saiu este laudo está por sair, ou seja, pessoas conhecidas estavam no local e por isso os cachorros não latiram. Tem o laudo da fogueira que está para sair também, de coisas da fogueira no local onde não foi nada queimado”, disse. Advogado de FlordelisA assessoria de imprensa da deputada informou que, por causa do sigilo das investigações, Flordelis não está fazendo declarações aos jornalistas e, por isso, não faria comentários sobre o caso e nem a confirmação da arma usada no crime. O advogado Fabiano Migueis, que presta assessoria jurídica a parlamentar disse à Agência Brasil que, atualmente, ela presta informações à polícia na qualidade de testemunha.Migueis disse que a conclusão sobre a arma usada no crime ter sido encontrada na casa da deputada é uma prova técnica e, a princípio, Flordelis respeita o trabalho da polícia e aguarda a resolução do caso. “Não tem o que contestar. É uma prova técnica. Se houver alguma contestação cabe à defesa do Flávio, porque a indicação é de que essa arma é do Flávio. A deputada não tem o que falar”, disse.Ainda conforme o advogado, Flordelis continua com a opinião de que os filhos não estão envolvidos no crime. “Ela não acredita e desconhece qualquer motivo que tenha ocasionado uma discordância na família, porque a família vivia em total harmonia. Agora, se depois das investigações o inquérito apontar que o responsável é um ou mais filhos, ela vai respeitar”.Migueis também criticou o advogado da família do pastor, que para ele, não tem acesso às investigações e para a deputada “quer holofote”. De acordo com Migueis, a deputada considera que o advogado não tem credibilidade e atrapalha a investigação. Também por questão de sigilo, a delegada Bárbara Lomba também não respondeu aos questionamentos da reportagem.

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    Agência Brasil

    Caesb recupera R$ 39 milhões após informatização de pagamentos

    A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) recuperou R$ 39 milhões após oferecer a possibilidade de pagamentos das contas de água e esgoto pela internet ou por telefone e retomou serviços de fornecimento água que estavam suspensos por falta de pagamento.O objetivo da medida, de acordo com a empresa, é reduzir a inadimplência, em especial das faturas de baixo valor. Atualmente, mais de 2 milhões de contas de até R$ 500 estão em aberto. Essas contas equivalem a 96% de todas as faturas não quitadas junto à companhia.O cliente que deve algum valor à Caesb pode negociar as contas em aberto pelo site www.caesb.df.gov.br, via autoatendimento ou pela Agência Virtual, opção conta em aberto, ou ainda pela Central de Atendimento, no telefone 115. A Caesb informou que está também enviando boletos para esses clientes.Os consumidores podem ainda ir até um dos 13 escritórios ou nos cinco postos Na Hora. A empresa lembra, no entanto, que os escritórios regionais não recebem pagamento de contas. Para o parcelamento de débitos, o consumidor deve levar cópia e original dos documentos pessoais e dos documentos de propriedade ou posse do imóvel.Após a quitação dos débitos, caso o fornecimento de água esteja suspenso, o prazo é de 16 horas úteis para religação no ramal predial de água e de 10 horas úteis para as demais. A Caesb precisa ter acesso ao hidrômetro ou ramal predial de água para a religação. Na hora do religamento, a Caesb orienta os consumidores a certificarem-se de que todas as torneiras do imóvel estejam fechadas para que não haja desperdício no retorno da água.

  • Cena impressionante
    AFP

    Cena impressionante

    As arraias são consideradas uma das criaturas marinhas mais inteligentes. Na Austrália, uma delas pediu ajuda a um grupo de mergulhadores.

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    Agência Brasil

    Ministro vai a Fernando de Noronha discutir tarifa cobrada de turistas

    O Palácio do Planalto informou hoje (16) que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, vai ao Arquipélago de Fernando de Noronha na próxima quinta-feira (18), para vistoriar os serviços prestados pela concessionária EcoNoronha, empresa que administra as visitas ao parque marinho. Salles será acompanhado pelo presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Gilson Machado. De acordo com o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, o contrato em vigor será respeitado, mas a ideia é tentar buscar, de forma consensual, a redução de tarifas de visitação cobradas dos turistas que frequentam o atrativo. "O que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, acompanhado do presidente da Embratur, há de realizar, na próxima quinta-feira, junto com dirigentes daquele órgão que cuida de Fernando de Noronha, é buscar pontos, de forma consensual, para que aquela tarifa que é de responsabilidade do governo federal, é importante, nós estamos tratando das tarifas do governo federal, possa ser rebaixada a ponto de facilitar o acesso a tantos outros turistas. Sem ofender, naturalmente, os aspectos de proteção ambiental, que são tão importantes ao governo do presidente", afirmou Rêgo Barros, em entrevista coletiva. Atualmente, o turista paga duas taxas para entrar na ilha. O governo de Pernambuco cobra R$ 73 por dia de permanência. Já o governo federal cobra, por meio da EcoNoronha, a taxa de R$ 106 para brasileiros e R$ 212 para estrangeiros. Essa taxa é para entrar nas praias do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, uma unidade de conservação federal. A concessionária administra o parque desde 2012, e o contrato com a União para a prestação do serviço vai até 2027. De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, que administra os parques nacionais, cerca de 70% do valor arrecadado pela concessionária são aplicados em melhorias na unidade, como limpeza, manutenção e construção de trilhas e estrutura de acesso e proteção ambiental. O parque abriga espécies ameaçadas de extinção e é Patrimônio Mundial da Humanidade declarado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).  No último fim de semana, o presidente Jair Bolsonaro criticou o valor da taxas cobradas em Fernando de Noronha, que classificou de "roubo".

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    Agência Brasil

    Bolsonaro diz que vestibular específico para transgêneros será anulado

    O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (16), por meio de sua conta no Twitter, que a Universidade da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), instituição federal de ensino, vai suspender e cancelar o vestibular específico para transgêneros e intersexuais. O processo seletivo havia sido anunciado na semana passada, com a oferta de 120 vagas em cursos de graduação presencial nos campi da universidade nos estados do Ceará e da Bahia."A Universidade da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Federal) lançou vestibular para candidatos TRANSEXUAIS, TRAVESTIS, INTERSEXUAIS e pessoas NÃO BINÁRIAS. Com intervenção do MEC, a reitoria se posicionou pela suspensão imediata do edital e sua anulação a posteriori", tuitou o presidente, sem dar mais detalhes.A seleção seria a primeira nessa modalidade em todo o país. Do total de vagas, 69 seriam para o Ceará nos seguintes cursos de graduação: administração pública (cinco), agronomia (duas), antropologia (10), ciências biológicas (duas), enfermagem (seis), história (10), humanidades (10) letras/língua inglesa (uma), letras/língua portuguesa (três), matemática (três), pedagogia (oito), química (quatro) e sociologia (cinco). Para a Bahia estavam reservadas 51 vagas nos cursos de ciências sociais (oito), história (oito), humanidades (oito), letras/língua portuguesa (nove), pedagogia (oito) e relações internacionais (10).Segundo a Unilab, o ingresso desses novos estudantes estava previsto para o segundo semestre. O público-alvo eram candidatos transexuais, travestis, pessoas não binárias e intersexuais, que tivessem concluído o ensino médio. As categorias são definidas segundo glossário da Organização das Nações Unidas (ONU). O processo seletivo incluiria uma “autodeclaração de identidade”, que seria confirmada por alguma instituição LGBT indicada pela universidade. Lei de CotasProcurado pela reportagem, o Ministério da Educação (MEC) confirmou ter questionado a legalidade do processo seletivo da Unilab via Procuradoria-Geral da República (PGR). O motivo seria o fato de a Lei de Cotas não prever vagas específicas para o público-alvo pretendido por esse vestibular."O Ministério da Educação questionou a legalidade do processo seletivo na Universidade da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), via Procuradoria-Geral da República. A motivação se deu pelo fato de que a Lei de Cotas não prevê vagas específicas para o público-alvo do citado vestibular."Além disso, segundo o MEC, faltou parecer, por parte da universidade, sustentando a legalidade da iniciativa. "A universidade não apresentou parecer com base legal para elaboração da política afirmativa de cotas, conforme edital lançado na semana passada. Por esta razão, a Unilab solicitou o cancelamento do certame." RepercussãoEm nota, a presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais, Keila Simpson, criticou a suspensão do vestibular. Segundo ela, citando uma pesquisa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), cerca de 82% da população trans no país sofrem com problemas de evasão escolar."A população de travestis e transexuais é hoje um dos grupos que mais sofre discriminação na sociedade e vem sendo vulnerabilizada pela falta de políticas públicas que garantam acesso a direitos básicos. E a educação é um deles. Não há razão para o governo interferir em um processo deste porte tendo em vista que as instituições de ensino superior têm autonomia para estabelecer seus próprios mecanismos de acesso", afirmou.

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