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    Como FHC saiu da presidência para virar um próspero dono de terras

    Entender os caminhos que levaram um dos mais importantes presidentes da história do Brasil a se tornar um próspero proprietário de terras

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    'Gabinete da raiva' perde espaço no Planalto com alta de rejeição a Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Com digitais na queda de dois ministros de Jair Bolsonaro (PSL), o chamado "gabinete da raiva" do Palácio do Planalto tem perdido protagonismo em um processo de redistribuição de forças das alas que cercam o presidente. A estratégia de radicalização defendida pelo grupo, tutelado pelo vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), vem sofrendo reveses desde que pesquisas começaram a apontar erosão da popularidade do presidente. O bunker ideológico está instalado numa sala no terceiro andar do Palácio do Planalto, a poucos passos do gabinete presidencial. Tercio Arnaud Tomaz, 31, José Matheus Salles Gomes, 26, e Mateus Matos Diniz, 25, chegaram ao governo com o objetivo de manter viva a militância digital responsável por alçar Bolsonaro à Presidência. Com forte ligação com o filho 02, o trio passou a conquistar cada vez mais a confiança do presidente e a ditar, em momentos-chave, o comportamento do “mito”, nome a que se referem ao presidente até hoje e que é usado pelos seus simpatizantes. Para integrantes do núcleo moderado, entre eles a cúpula militar, parte do aumento da reprovação para 38%, apontada pelo Datafolha no início deste mês, deve-se à sucessão de declarações polêmicas de Bolsonaro em julho. A avaliação dessa ala palaciana é a de que o mandatário acabou sendo a principal vítima de seus ataques. Naquele mês, dizem, o presidente foi estimulado pelo gabinete a entrar numa escalada de radicalização, com o objetivo de acenar a seus apoiadores mais fiéis. A tese do grupo ideológico é a de que ele não pode abandonar o tom de confronto que dominou a tônica de sua campanha eleitoral. De acordo com relatos feitos à reportagem, eles tiveram papel determinante, por exemplo, na decisão de o presidente cancelar, de última hora, uma reunião com o ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, no fim de julho. A ideia de Bolsonaro aparecer, em seguida, em uma transmissão ao vivo nas redes sociais cortando o cabelo, foi atribuída a eles. O episódio acabou marcando o início da crise diplomática com o governo francês de Emmanuel Macron. Há alguns dias, foi divulgada uma conversa em que Macron reclama do episódio com o presidente chileno, Sebastián Piñera. “Isso não é a atitude de presidente”, disse o francês. Sob a influência de Arthur Weintraub, assessor especial da Presidência e irmão do ministro da Educação, Abraham Weintraub, o trio está na linha de frente do grupo que estimula Bolsonaro a ir para o confronto. Procurado pela reportagem, o Planalto informou que o grupo possui “alguma relação de trabalho” com Bolsonaro por “demanda dele” e que ela é pautada na “ética” e na “confiança”. Os servidores federais, diz a nota, repassam eventualmente avaliações e diagnósticos diretamente ao presidente. Em nota, o Planalto afirmou ainda que Weintraub desempenha atribuições inerentes ao cargo e que os integrantes do gabinete "não recebem orientações ou ordens externas". A reportagem enviou uma solicitação ao gabinete do vereador licenciado Carlos Bolsonaro, mas não obteve resposta. Até o dia 29 de julho, no entanto, o setor moderado não valorizava a influência do “gabinete da raiva” sobre o presidente. Os assessores sempre foram tratados com certo menosprezo pelo núcleo duro. Com salários que variam de R$ 10 mil a R$ 13,6 mil, os três eram tidos como jovens e inexperientes demais para influenciar a cabeça de quem ocupou o cargo de deputado federal por sete mandatos. Antes, porém, já vinham dando demonstrações de que tinham extrema interferência no dia a dia do governo. A pressão sobre Bolsonaro para a queda de dois ministros, Gustavo Bebianno (Secretaria Geral) e Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo), é atribuída ao grupo, que turbinou a ofensiva para derrubá-los após os dois terem se envolvido em cizânia pública com o filho 02 —no caso de Bebianno, em meio ao escândalo de candidaturas laranjas do PSL revelado pelo jornal Folha de S.Paulo. Desde então, o tratamento dispensado pelo trio do "gabinete da raiva" a auxiliares de Bolsonaro é sempre em tom de ameaça. Funcionários do Planalto relatam que já receberam mensagens como "o Carlos não vai gostar disso", em referência ao vereador, e "você se lembra o que aconteceu com Santos Cruz e Bebianno". A última vítima do bunker palaciano foi o ex-secretário de imprensa do Planalto Paulo Fona, que tinha o apoio do atual ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, e ficou apenas seis dias no posto, caindo em agosto. Antes mesmo de o jornalista ser nomeado, mensagens contra a sua indicação foram disparadas a auxiliares presidenciais. Nas redes sociais e em sites e blogs ligados à direita, houve uma enxurrada de críticas ao histórico profissional de Fona, que atuou para quadros do MDB, do PSDB e do PSB. Desde o início deste mês, com a mudança de postura do presidente, as orientações do “gabinete da raiva” têm passado por uma espécie de filtro antes de atingir Bolsonaro em cheio. A ala moderada brinca que, a partir de agora, o grupo passou a tomar Lexotan, medicamento indicado para tratamento de ansiedade. Além da queda de popularidade, a pressão de grupos econômicos diante das declarações intempestivas fizeram com que o presidente passasse a ouvir mais atentamente outro trio: os ministros Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) —este último, dizem palacianos, tem sido o principal contraponto ao grupo. Segundo relatos feitos à reportagem, desde a ascensão do novo triunvirato as redes sociais têm sido usadas para atacar Ramos e Oliveira, que se queixam em caráter reservado. A tentativa de blindagem ao presidente, dizem pessoas próximas ao grupo ponderado, deve ficar mais clara no discurso de abertura da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 24, em Nova York. De acordo com esses aliados, Bolsonaro tem estado mais aberto a seguir a liturgia do cargo. A expectativa é a de que na ONU ele faça, mesmo que seja à sua maneira, um aceno à democracia, com duras críticas ao regime ditatorial de Nicolás Maduro na Venezuela. Antes de ascender ao Planalto, Tercio Arnaud Tomaz e José Matheus Salles Gomes trabalharam na campanha presidencial. A ala que menospreza o trio diz que, na corrida eleitoral, a principal função deles era a de carregar as câmeras. Eles se aproximaram da família por causa dos perfis que administravam nas redes sociais em apoio a Bolsonaro —entre eles o "Bolsonaro Opressor 2.0", ativo até hoje.

  • Indiano tem "chifre" de 10 centímetros retirado da cabeça
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    Indiano tem "chifre" de 10 centímetros retirado da cabeça

    Fenômeno é raro e aconteceu com agricultor idoso, que teve de ser submetido a cirurgia

  • PF prende mulheres envolvidas em 30 estupros dos próprios filhos
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    PF prende mulheres envolvidas em 30 estupros dos próprios filhos

    A corporação identificou as mulheres e encontrou registros de mais de 30 estupros, além de imagens de tortura contra uma das crianças

  • Fachin se antecipa a Toffoli e marca julgamento de ação no STF que envolve Coaf
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    Fachin se antecipa a Toffoli e marca julgamento de ação no STF que envolve Coaf

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), se antecipou ao presidente da corte, Dias Toffoli, e pautou o julgamento de uma ação penal que vai tratar do uso de dados sigilosos do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). O caso será levado ao plenário da Segunda Turma da corte na próxima terça-feira (24), antes mesmo de uma análise do plenário, composto pelos 11 ministros. A decisão de Fachin é desta quarta-feira (18). No dia 16 de julho, Toffoli suspendeu o andamento de todos os processos no país com dados do órgão sem autorização judicial. Como mostrou reportagem da Folha de S.Paulo, o presidente do STF pretende marcar para outubro casos sensíveis à Operação Lava Jato, como o uso de informações coletadas pelo Coaf.   Fachin, porém, adiantou a discussão ao agendar o julgamento de um caso que aponta suposto pagamento de propina ao deputado Aníbal Gomes (MDB-CE) e a seu assessor Luís Carlos Batista Sá em contratos da Petrobras em 2008. Os advogados de Gomes e Sá, Breno Pires de Oliveira e Rodrigo Mudrovitsch, pediram para Fachin não levar o caso a julgamento até que o plenário analisasse o mérito da decisão de Toffoli. Nesta quinta-feira (19), a Folha de S.Paulo mostrou que a medida de ​Toffoli, que atendeu a pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), fez as atividades do órgão de inteligência financeira despencarem no último mês. Fachin rejeitou o argumento. Segundo ele, "evidente que todo esse cenário não se amolda às peculiaridades condizentes aos procedimentos criminais alcançados pela ordem judicial" de Toffoli. Segundo ele, as informações foram encaminhadas com autorização judicial à PGR (Procuradoria-Geral da República).  "O afastamento dos dados fiscais e bancários foram, repiso, previamente autorizados por ordem do Supremo Tribunal Federal, já avaliada inclusive pelo plenário."

  • Cuba apela à tração animal para cultivar cana por crise energética
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    Cuba apela à tração animal para cultivar cana por crise energética

    Cuba está incorporando cerca de 4 mil juntas de bois que devem substituir o maquinário no cultivo da cana-de-açúcar, uma medida inédita desde o Período Especial, em resposta a uma crise de combustíveis que o governo avalia que seja conjuntural, informaram autoridades do setor.

  • Huawei lança 1º smartphone sem aplicativos do Google
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    Huawei lança 1º smartphone sem aplicativos do Google

    A Huawei apresentou nesta quinta-feira seu novo modelo de smartphone, o primeiro sem aplicativos do Google. A gigante da tecnologia chinesa tenta se adaptar após as sanções impostas pelos Estados Unidos.

  • Estudante ataca professor com faca em escola pública de São Paulo
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    Estudante ataca professor com faca em escola pública de São Paulo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um estudante de 14 anos esfaqueou um professor e, na sequência, desferiu contra si uma facada nas dependências do CEU (Centro Educacional Unificado), de Aricanduva, na zona leste da capital paulista. O ataque foi registrado por volta das 9h20 desta quinta-feira (19). As facadas atingiram a região do abdômen do professor e do adolescente. O adolescente foi levado pelo helicóptero Águia, da PM, ao Hospital das Clínicas, no centro da cidade. Já o professor, que não teve o nome divulgado, recebeu os primeiros atendimentos no Pronto-Socorro Jardim Iva e, depois, foi encaminhado ao Hospital Estadual de Vila Alpina, também na zona leste. O estado de saúde do aluno é considerado estável. Já o professor passava por cirurgia e seu quadro clínico foi classificado como grave. Testemunhas disseram à polícia que o adolescente escondeu a faca debaixo da manga de sua camiseta. Ele aproveitou a troca de aulas, esfaqueou o professor no corredor e retornou à própria sala de aula, onde desferiu uma facada contra si. Policiais do 66º DP (Vale de Aricanduva) estão no centro educacional para investigar as motivações do ataque. O adolescente, que cursa o 7º ano do ensino fundamental 2, não tinha histórico de problemas na unidade escolar. O CEU Aricanduva foi fechado para o atendimento da ocorrência e trabalhos dos peritos da Polícia Civil. A unidade de Aricanduva integra uma rede de 46 CEUs espalhados pela periferia de São Paulo. Foi inaugurada em 2003 e está sob a gestão da prefeitura. A Diretoria Regional de Itaquera, a responsável pela administração do CEU Aricanduva, informou por meio de nota que enviou equipes de saúde para realizar atendimento psicológico aos estudantes, aos professores e aos servidores. Uma pesquisa lançada recentemente mostrou que 52% dos estudantes da rede pública não se sentem seguros no colégio, principalmente meninas e negros. A ONG Visão Mundial, que tem projetos na área da infância e adolescência, entrevistou 3.814 alunos de 9 a 17 anos em agosto e setembro de 2018, em 67 escolas públicas de sete municípios onde atua no país, sobretudo no Nordeste. Um terço dos estudantes que responderam à pesquisa já teve aulas canceladas por tiroteios ou outros riscos externos. A mesma proporção também já foi alvo ou vivenciou efeitos da violência urbana, assim como já sofreu ameaças de abuso físico no colégio. Já as brigas entre alunos são frequentes para 84% dos entrevistados. MASSACRE DE SUZANO Casos de violência dentro de escolas têm se proliferado no estado de São Paulo. O maior e o mais recente atentado completou seis meses neste mês. Na Escola Estadual Prof. Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, o ex-aluno Guilherme Taucci, 17, e mais o seu comparsa, Luiz Henrique de Castro, 25, entraram na escola armados e executaram um massacre no estilo dos ocorridos nos EUA. A dupla de atiradores aproveitou o intervalo na manhã daquele 13 de março e matou a tiros cinco estudantes e duas funcionárias; antes de chegarem à escola, haviam matado um empresário, tio de Guilherme. Ao final do massacre e percebendo a chegada da polícia, Guilherme matou seu comparsa e se suicidou. O Brasil havia sido palco de uma chacina semelhante em 2011 que deixou 12 estudantes mortos, além do atirador, que se suicidou, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro.

  • Deputados fazem piada após assessores do PT vencerem bolão da Mega-Sena; assista
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    Deputados fazem piada após assessores do PT vencerem bolão da Mega-Sena; assista

    Ao todo, foram 49 cotas, o que deve render R$ 2,4 milhões por cota em bolão vencedor feito por assessores petistas

  • 'A Dona do Pedaço': iFood faz parceria com TV Globo e vende bolos inspirados nas delícias da novela
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    'A Dona do Pedaço': iFood faz parceria com TV Globo e vende bolos inspirados nas delícias da novela

    Se voce cansou de passar vontade enquanto assiste a novela A Dona do Pedaço,saiba que agora vai poder saborear os bolos da Maria da Paz ― bom, quase isso

  • Riad mostra danos dos ataques a instalações petrolíferas
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    Riad mostra danos dos ataques a instalações petrolíferas

    A Arábia Saudita revelou à imprensa nesta sexta-feira (20), pela primeira vez, os estragos em suas instalações de petróleo atacadas em 14 de setembro, insistindo em sua determinação de restabelecer rapidamente sua produção, apesar do aumento da tensão na região.

  • Rebeldes huthis do Iêmen acusam coalizão de grande escalada em cidade portuária
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    Rebeldes huthis do Iêmen acusam coalizão de grande escalada em cidade portuária

    Os rebeldes huthis do Iêmen acusaram nesta sexta-feira a coalizão liderada pela Arábia Saudita por uma "grave escalada em Hodeida", cidade portuária do oeste do Iêmen, com objetivo de dinamitar o acordo" alcançado em dezembro em Estocolmo sobre uma trégua e uma retirada militar na localidade.

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    Folhapress

    Após exames, porta-voz diz que Bolsonaro vai à Assembleia Geral da ONU

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, reafirmou nesta sexta-feira (20) que o presidente Jair Bolsonaro realizará a agenda internacional na ONU —o governo chegou a anunciar que a viagem dependia da avaliação clínica, mas nos últimos dois dias o Planalto já vinha confirmando que Bolsonaro estará na Assembleia Geral, na próxima terça-feira (24). Rêgo Barros falou com a imprensa após Bolsonaro se submeter a uma bateria de exames em um hospital em Brasília para definir seu estado de saúde antes da viagem aos Estados Unidos. Os exames foram acompanhados pelo médico Antonio Macedo, que liderou a equipe que operou o presidente no último dia 8 de setembro em São Paulo para corrigir uma hérnia. A cirurgia foi a quarta realizada pelo mandatário em razão do esfaqueamento que ele sofreu ainda na campanha eleitoral. “Nosso presidente está pronto para o combate com viagem assegurada a Nova York no próximo dia 23”, disse Rêgo Barros. Segundo o médico Macedo, Bolsonaro realizou avaliações clínicas diversas e dois exames de raio-x, um do tórax e outro do abdômen. “O raio-x do abdômen revelou desaparecimento da distensão gasosa que ele teve no período-pós operatório”, disse Macedo. O médico afirmou ainda que as alças intestinais do presidente estão funcionando normalmente, que evoluiu para uma dieta leve, mas que ele deverá tomar alguns cuidados na viagem internacional. “O risco é sempre um risco vascular, um risco de veias”, disse Macedo. Bolsonaro está usando meias elásticas para minimizar essa situação, de acordo com o médico, está tomando injeções e foi orientado a não permanecer muito tempo sentado. O mandatário também foi orientado a caminhar um pouco durante o voo e a ficar a maior parte do tempo deitado na cama do avião presidencial.

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    Agência Brasil

    Coalizão liderada pela Arábia Saudita faz ataques aéreos no Iêmen

    A coalizão liderada pela Arábia Saudita lançou, nesta sexta-feira (20) uma série de ataques aéreos contra a cidade portuária iemenita de Hodeidah, no Mar Vermelho, tendo como alvo quatro locais que disse ser usados pelos rebeldes iemenitas de houthi para montar barcos de controle remoto e minas marítimas.Em comunicado divulgado pela agência de imprensa saudita, o porta-voz da coalizão, Turki al-Maliki, disse que os lugares atacados no norte de Hodeidah eram usados pelos houthis para executar "operações terroristas" que ameaçam as linhas de transporte marítimo e o comércio internacional no Estreito de Bab al-Mandab e no sul do Mar Vermelho.Por outro lado, o grupo houthi disse, em seu canal de televisão al-Masirah, que os ataques aéreos violaram um acordo de cessar-fogo intermediado pela Organização das Nações Unidas (ONU), firmado em Estocolmo no ano passado, para suspender o combate em Hodeidah, acrescentando que está pronto para confrontar "qualquer possível agravamento militar".Os ataques aéreos ocorreram horas depois que a coalizão disse que interceptou e destruiu um barco carregado de bombas no Mar Vermelho, na noite dessa quinta-feira (19), mas não especificou o alvo pretendido.Os houthis assumiram, na semana passada, a autoria dos ataques de drone contra duas importantes instalações da empresa petrolífera Aramco, da Arábia Saudita, paralisando temporariamente a metade da produção de petróleo.A Arábia Saudita vem liderando uma coalizão militar árabe contra os houthis, aliados do Irã no Iêmen, há mais de quatro anos, em apoio ao governo internacionalmente reconhecido do presidente iemenita, Abd-Rabbu Mansour Hadi.*Agência pública de notícias da China

  • Comissão inclui em pacote anticrime veto a juiz que conduz investigação de julgar
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    Folhapress

    Comissão inclui em pacote anticrime veto a juiz que conduz investigação de julgar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o pacote anticrime proposto pelos ministros Sergio Moro, da Justiça, e Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), aprovou a inclusão no texto de emenda que cria o juiz de garantias no Brasil. De acordo com a regra, o magistrado que conduzir a operação, ordenando operações de busca e apreensão, condução coercitiva e quebra de sigilo bancário, não poderá mais julgar o caso. A proposta é de autoria dos deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Margareth Coelho (PP-PI). "A medida é adotada em vários países, para assegurar maior imparcialidade no julgamento do processo, já que o juiz que comanda os inquéritos pode acabar se envolvendo com a causa além do que seria recomendável", diz Teixeira. "O Brasil é um dos poucos do mundo que ainda não adota esse limite", afirma ele. Segundo o parlamentar, a regra já é adotada há 34 anos em São Paulo, onde existe o Dipo (Departamento de Inquéritos Criminais e Polícia Judiciária). "O juiz que acompanha as investigações não pode depois julgar o processo", afirma. Segundo Teixeira, "se houvesse essa medida, não teria ocorrido contaminação tão grande do juiz da Lava Jato [Moro], que acabou se comprometendo com a acusação em vários processos".

  • Governo recua em congelar aumento anual do salário mínimo
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    HuffPost Brasil

    Governo recua em congelar aumento anual do salário mínimo

    "Eventuais estudos sobre desindexaçao nao alcançarao salario minimo e BPC,isso esta decidido", afirmou Colnago a Reuters

  • Oceanos são chave na luta contra o aquecimento
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    Oceanos são chave na luta contra o aquecimento

    O homem pode contar com os oceanos como uma das soluções para lutar contra a mudança climática, contanto que se proteja seus ecossistemas debilitados.

  • Lorena volta a se tornar furacão ao se aproximar de Los Cabos
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    AFP

    Lorena volta a se tornar furacão ao se aproximar de Los Cabos

    Lorena recuperou força no Pacífico e voltou a se tornar um furacão nesta sexta-feira (20), ao se aproximar da península da Baixa Califórnia, no balneário mexicano de Los Cabos, popular entre turistas estrangeiros.

  • AI critica uso excessivo da força por policiais de Hong Kong contra manifestantes
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    AFP

    AI critica uso excessivo da força por policiais de Hong Kong contra manifestantes

    A organização Anistia Internacional (AI) acusou nesta sexta-feira a polícia de Hong Kong de uso excessivo da força contra os manifestantes pró-democracia e denunciou "táticas ilegais" que em alguns casos podem ser chamadas de "tortura".

  • Vovó faz sucesso na internet com looks, alegria e empoderamento
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    Vovó faz sucesso na internet com looks, alegria e empoderamento

    Conheça o trabalho de Izaura Demari nas redes sociais.

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    Agência Brasil

    Alemanha investirá 100 bilhões de euros até 2030 para proteger o clima

    Os partidos da coligação governamental da chanceler alemã, Angela Merkel, acordaram hoje (20) uma estratégia climática que vai representar pelo menos 100 bilhões de euros em investimentos até 2030.Esse montante será investido na proteção do clima e na transição energética, de acordo com o texto final do acordo, alcançado após mais de 18 horas de negociações entre os conservadores do partido da chanceler (União Democrata-Cristã/CDU) e os social-democratas (SPD).O governo planeia gastar 54 bilhões de euros nos primeiros quatro anos do plano, até 2023, disse o ministro das Finanças, Olaf Scholz.O desafio consiste em medidas para incentivar os alemães a reduzir as emissões poluentes e permitir que o país, agora em atraso, cumpra as suas metas de redução de emissões poluentes.O texto ainda precisa de ser adotado pelo Conselho de Ministros.O objetivo é alcançar uma redução de 55% das emissões de CO2 até 2030 (em relação a 1990), em consonância com o acordado na União Europeia, depois de a Alemanha não conseguir cumprir a redução de 40% para 2020."Agora, não somos sustentáveis", disse a chanceler alemã Angela Merkel, ao apresentar o pacote de 70 medidas antes da reunião convocado para segunda-feira (23) pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, para discutir medidas destinadas a enfrentar a crise climática.O anúncio do acordo também ocorre no dia em que milhares de manifestantes, 100 mil, segundo os organizadores, se reuniram em Berlim junto ao Portão de Brandemburgo, no dia programado para ser uma ação global de protestos pela proteção do clima.Nos cartazes, havia dizeres como "Quando tiver feito a sua lição de casa, nós faremos a nossa!", "Não há planeta B" ou "Thank you, Greta", a adolescente sueca que está por trás do movimento FridaysforFuture.A mobilização deve ser particularmente bem-sucedida na Alemanha, onde os ambientalistas têm uma boa projeção política.No total, as manifestações serão realizadas em 575 cidades alemãs, disse a porta-voz do movimento, FridaysforFuture, Luisa Neubauer, numa mensagem no Twitter.Hoje, por todo o mundo, ocorrem manifestações de ativistas em defesa do meio ambiente, como na Austrália, Índia, Tailândia, Hong Kong, entre outros locais, como uma prévia da reunião de segunda-feira na ONU.

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    Em novo caso de tortura em supermercado de SP, homem é amarrado e leva choques

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Amarrado, amordaçado com um fio de nylon e com a calça abaixada quase na altura do joelho, o homem grita sentado no chão numa sessão de tortura. A vítima está em cárcere privado no que parece ser as dependências de uma unidade do supermercado Extra, no Morumbi, bairro nobre da zona sul de São Paulo. Seus torturadores são seguranças de uma empresa terceirizada responsável por fazer apenas a proteção de clientes, funcionários e dos produtos à venda nas gôndolas. O caso de tortura é o segundo a vir à tona em redes de supermercados de São Paulo neste mês. A primeira vítima, um adolescente de 17 anos, também foi amarrado, amordaçado, despido e chicoteado após tentar furtar barras de chocolate do supermercado Ricoy, em Vila Joaniza, na periferia da zona sul da capital. David de Oliveira Fernandes e Valdir Bispo estão presos preventivamente e vão responder na Justiça pelos crimes de tortura, cárcere privado e divulgação de imagens de nudez. No novo caso de tortura registrado na loja do Extra, as imagens que circulam pelas redes sociais mostram a vítima sendo obrigada a repetir frases enquanto é espancada. "Galera, não rouba mais no Extra Morumbi" e "Eu errei e me ferrei" são algumas delas. "Dá a mão", ordena o agressor. Com as palmas das mãos estendidas na direção do agressor, o homem recebe choques. E treme de dor. Em outro momento do vídeo, a vítima aparece com uma corda amarrada no pescoço e é agredida com o que parece ser um cabo de vassoura. No cômodo onde a sessão de tortura é filmada aparecem o agressor e mais duas pessoas. Não se sabe como as agressões terminam e nem a identificação da vítima. A reportagem apurou que o homem foi torturado após ser pego tentando furtar um pedaço de carne da unidade. O caso teria ocorrido em março de 2018, mas as imagens só foram divulgadas agora. A Polícia Civil vau instaurar um inquérito para investigar o caso. OUTRO LADO O grupo Pão de Açúcar, do qual o Extra faz parte, foi procurado pela reportagem, mas ainda não se manifestou até a conclusão deste texto. A empresa de segurança Comando G8, que fazia os trabalhos de guarda patrimonial no Extra Morumbi, teve o seu contrato rescindido com a rede supermercadista após a divulgação do crime. Por meio de nota, a empresa informou que identificou e afastou das funções o funcionário suspeito de torturar a vítima. A empresa também disse que está à disposição das autoridades para que o caso seja solucionado o mais breve possível. "O grupo não compactua com este tipo de atitude e não aceitará esse comportamento de nenhum de dos seus 7.200 colaboradores, que passam constantemente por treinamentos, avaliações técnicas e psicológicas a cada 12 meses", afirmou o Comando G8 por meio de nota.

  • Justiça japonesa absolve ex-dirigentes da Tepco por Fukushima
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    Justiça japonesa absolve ex-dirigentes da Tepco por Fukushima

    Três ex-dirigentes da empresa Tepco foram absolvidos nesta quinta-feira, por um tribunal de Tóquio, que determinou que não podem ser considerados culpados pelas consequências da catástrofe nuclear ocorrida em Fukushima em 2011, após um violento tsunami.

  • Dançarina, Barbara Querino foi presa e condenada sem provas. Agora só quer voltar a dançar
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    Dançarina, Barbara Querino foi presa e condenada sem provas. Agora só quer voltar a dançar

    Na periferia da zona sul de São Paulo, Babiy, aos poucos, retoma a rotina, fala de sonhos e planos, e sobre a sensação de estar presa mesmo em liberdade

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    Marinha americana confirma que vídeos com óvni divulgados em 2017 são reais

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Marinha americana reconheceu que vídeos divulgados por um piloto em 2017 mostrando um objeto não identificado são reais. Na época, o piloto David Fravor registrou imagens de um objeto voador que se movia rapidamente, mas não houve nenhuma declaração oficial sobre o fato.  Agora, a Marinha reconhece que os vídeos não foram manipulados, mas que ainda não é possível dizer do que se trata, ou seja, são óvnis (objetos voadores não identificados). Joe Gradisher, porta-voz da Marinha americana, ainda explicou que os seus pilotos são encorajados a denunciar esse tipo de vídeo para que eles possam investigar do que se tratam os objetos. "Por muitos anos, nossos aviadores não relataram essas incursões por causa do estigma associado a terminologias e teorias anteriores sobre o que pode ou não estar nesses vídeos", disse ele em entrevista à rede americana CNN. "A única maneira de descobrir o que são esses objetos é incentivar os trainees a denunciá-los quando os virem", concluiu o porta-voz.  Trechos de vídeos divulgados entre dezembro de 2017 e março de 2018 mostram um objeto se movendo rapidamente, de um lado para o outro. No áudio, os pilotos conversam tentando entender do que se trata. Em um dos diálogos, um deles diz: "É um drone, cara?", e outro responde: "Meu Deus, ele está voando contra o vento. Olha isso, cara!". O objeto era "branco, retangular, apontava para o norte e se movia de forma irregular", segundo descreveu o piloto David Fravor à CNN na época da divulgação do vídeo.  Ele ainda contou que o objeto mudou de direção rapidamente para o sul e, depois, desapareceu em segundos. Ele não tinha asas e não poderia ser comparado a um helicóptero por causa da rapidez com que se movia.


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